PIBID EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
  • Evento do Programa Nós Propomos em Portugal

    Publicado em 04/02/2018 às 6:27 pm


  • Participação dos bolsistas em evento Interfaces, na FURG de Rio Grande

    Publicado em 16/10/2017 às 6:44 pm

    Nota de participação dos e das bolsistas PIBID no V Seminário Interfaces

    Grupo PIBID Geografia UFSC, com os bolsistas, os professores e integrantes da Mesa 1 – “O desafio e a arte de (con)viver na Cidade”. Da esquerda para direita: Bolsista Jonny Moraes, bolsista Mateus Garcia, bolsista Bárbara Eberhardt, bolsista Renata Bruckmann, professor Marcio Marchi (Aplicação), professora Cláudia Pires (UFRGS), professora Ivana Lopes (FURG) e professor Orlando Ferretti (UFSC).

     

    Com a finalidade de debater e trocar conhecimentos entre as mais variadas licenciaturas, o V Seminário Interfaces Pedagógicas aconteceu entre os dias 22, 23 e 24 de agosto de 2017, na Universidade Federal do Rio Grande – FURG/RS, com o tema “Cidade e Escola: Formação, Transformação e Cidadania”. Essa temática atravessa diretamente os trabalhos desenvolvidos pelos pibidianos de Geografia UFSC, no Colégio de Aplicação.

    Afim de conhecer outras licenciaturas participantes do evento, e entendendo a importância de projetos alternativos para aprendizagem nas instituições de ensino e/ou nas comunidades, o grupo PIBID Geografia da UFSC participou de mesas, minicursos e cirandas que atravessaram o encontro. O diálogo foi sempre em relação a um cotidiano de ensino e aprendizagem com a cidade. Foram publicados três trabalhos dos bolsistas do PIBID no evento que estarão disponível na página https://seminariofurg.wixsite.com/interfaces5.

    Nesse sentido, através de uma análise educacional e geográfica, foi interessante e importante perceber as perspectivas que outras licenciaturas tem se dedicado a debater o conceito de cidade e como ele vem se desdobrando das mais variadas formas tanto nas escolas quanto nas universidades. O encontro proporcionou vermos isso não só de maneira teórica, mas de fato prática, quando coloca professores da rede de ensino público e privada, assim como professores de universidades federais, estaduais e privadas também e estudantes das mais variadas instituições em um único diálogo.

    Além disso, a programação do evento contou com diversas atrações culturais que deram um tom leve e prazeroso durante os dias. Apresentações teatrais, musicais, circense, cinematográfico e entre outras foram complementares para esse diálogo entre às licenciaturas e a cidade.

    Texto Renata Bruckmann


  • Participação no Pés na Estrada do Conhecimento

    Publicado em 15/09/2017 às 12:27 pm

    Participação das bolsistas PIBID, com os estudantes do Colégio de Aplicação do 9º ano, em Junho de 2017, nas atividades de campo do projeto Pés na Estrada do Conhecimento

    Em junho de 2017 as bolsistas PIBID Renata Bruckmann e Bárbara Eberhardt participaram da saída de campo para Itá (SC), Aratiba e Erechim (RS) que integra o projeto “Pés na Estrada do Conhecimento” do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, do qual fazem parte em conjunto com o Professor Márcio Marchi.

    Esse projeto acontece na escola desde 1999, tem o intuito de introduzir a produção de conhecimento científico e crítico aos estudantes de 9° ano.

    Apresentando a interdisciplinaridade entre as participantes como um de seus princípios, o projeto “Pés na Estrada” fundamentalmente atua em estudos do meio, composto por saídas de campo que possam articular e explorar o conhecimento produzido em sala. Nesse sentido, as bolsistas PIBID auxiliam em sala a construção desse projeto ao longo do semestre e participam das saídas de campo.

    No primeiro semestre de 2017, as localidades escolhidas para campo têm propósito de mostrar de alguma forma a realidade dos que viveram e ainda vivem com as consequências da grande obra da Usina Hidrelétrica Itá, a qual para sua construção foi preciso inundar um total de 11 municípios, 7 no estado de Santa Catarina e 4 no Estado do Rio Grande do Sul.

    Desta forma, os trabalhos que os estudantes realizam giram em torno de como ocorreu esse processo de mudança/construção da realidade do meio, como os habitantes dessas cidades reagiram ao saber da construção usina, além de estudar quais os impactos ambientais e socioeconômicos. Contemplando ainda, a temática norteadora do eixo trabalhado durante o semestre: “Dimensões da luta pela posse da terra no Brasil: o caso das populações atingidas por barragens e a geração de energia elétrica”.

    Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” conhecendo a represa que cobriu a antiga cidade de Itá, em destaque as torres da igreja matriz.

    Foto: Renata Bruckmann, 2017.

    Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” na palestra com o Movimento Atingidos por Barragens (MAB), em Aratiba/RS.

    Foto: Renata Bruckmann, 2017.

    Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” em visita a Usina Hidrelétrica de Itá (UHE), em Itá/SC .

    Foto: Renata Bruckmann, 2017.

    Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” em visita a Usina Hidrelétrica de Itá (UHE), em Itá/SC .

    Foto: Renata Bruckmann, 2017.


  • Resultado seleção PIBID

    Publicado em 13/08/2017 às 5:03 pm

    Conforme o Edital EDITAL Nº120/PIBID-UFSC/2013 de 02/08/2017 em seu ítem 6. DA SELEÇÃO

    6.1 A seleção dos bolsistas consistirá da análise da carta de motivação, do desempenho acadêmico e
    da entrevista a ser marcada pelo Coordenador de Área. Estarão eliminados aqueles que não
    cumprirem os requisitos exigidos.
    6.2 A seleção resultará em lista classificatória podendo haver um número maior de classificados em
    relação ao número de bolsas disponíveis, ficando os demais em lista de espera.

    Foram aprovados os seguintes estudantes:

    1º Mateus Alves Garcia. Matricula 16102740

    2º Jonny Alan Morais. Matricula 17101400

    3º Joana Paraiso Tambke. Matricula 16101609

    4º Gabriel Dreher Pacheco da Silva. Matricula 15201385

    5º Luis Antonio Bento. Matricula 13201617

    6º Fabiana Martins. Matricula 12201598

    7º Manuela Valim Braganholo. Matricula 17201137

    atenciosamente,

    Prof. Orlando Ferretti – Coordenador do PIBID de Geografia.


  • Edital aberto para PIBID de Geografia

    Publicado em 03/08/2017 às 2:03 pm

     O Programa de Bolsas de Iniciação à Docência da Licenciatura em Geografia da UFSC (PIBID Geografia) está com seleção aberta para três bolsistas. Para se inscrever é preciso ir a página dos Editais, ler com atenção o Edital, ver documentos necessários, fazer o pedido e enviar por email conforme indica o Edital.

    http://pibid.ufsc.br/editais-abertos/

    http://pibid.ufsc.br/files/2017/05/edital-PIBID-UFSC_120_02-08-2017_ID_EDF-GEO-MAT-QUI.pdf


  • Palestra no Colégio de Aplicação com a Profª Drª Maria Inês Sugai

    Publicado em 24/07/2017 às 7:26 pm

    Reflexões sobre as cidades-  a produção das cidades: da riqueza, da pobreza e das desigualdades socioespaciais.

    O grupo de professores de Geografia do Colégio de Aplicação, e o grupo de estudantes bolsistas do PIBID de Geografia organizaram na sexta-feira do dia 05 de maio, no auditório do Colégio de Aplicação a palestra com a arquiteta e professora Maria Inês Sugai, com o objetivo de proporcionar aos alunos do 1º ano do Ensino Médio uma reflexão/debate  sobre a produção das cidades, temática escolhida para auxiliar os alunos no trabalho anual de Geografia. A atividade faz parte do Projeto Nós Propomos.

    Maria Inês Sugai possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, é mestra e doutora pela FAU/USP. Leciona na UFSC desde 1979, atualmente é Professora Associada do Curso de Arquitetura e Urbanismo, além de lecionar também no Programa de Pós Graduação em Urbanismo, História  e Arquitetura da Cidade e no PPGAU- Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo todos da UFSC. Possui  ampla experiência em Arquitetura e Urbanismo, Segregação Espacial Urbana, Gestão das Cidades, Política e Planejamento Habitacional, Estruturação do Espaço Intra-urbano, Investimentos Viários, Ações do Estado  no espaço urbano entre outras especialidades.

    Embora proferir sobre as cidades não seja nada simples, já que a criação das cidades reflete o modo de produção e a própria sociedade, esta temática instigou bastante os alunos, pois o debate permitiu a eles se verem inseridos no contexto, ora sujeito das desigualdades socioespaciais, ora cidadão e como tal, a importância de se fazer cidadania, plenos  e conscientemente integrados  ao seus contexto sociais. Sugai  estimulou a reflexão sobre as contrariedades que costumamos encontrar em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis ainda que em menor escala. Citando exemplos clássicos como a Favela de Paraisópolis, na zona sul paulistana, no distrito da Vila Andrade, onde a paisagem urbana se divide de forma a chamar a atenção de todos, pois de um lado do muro se concentra uma das maiores favelas de São Paulo originada de um loteamento destinado à construção de residências da classe alta no ano de 1921, resultado da divisão da antiga Fazenda do Morumbi.

    SAO PAULO, BRAZIL, 2005. The Paraisópolis favela (Paradise City shantitown) borders the affluent district of Morumbi in São Paulo, Brazil (Foto: Tuca Vieira).

    Foto de Tuca Vieira. In: http://www.tucavieira.com.br/A-foto-da-favela-de-Paraisopolis

    Hoje a imagem que mais reflete esta situação de fragmentação socioespacial nesta localidade é  a favela de um lado e os condomínios de luxo “ colado” à favela do outro. Em relação a isto Sugai chama atenção que reduzir a pobreza não garante a redução das desigualdades sociais e espaciais.

    Um exemplo disso é que entre os anos de 1992 a 2012 houve uma redução da pobreza e da extrema pobreza no Brasil, cerca de 50 milhões de pessoas representam esta estatística, porém no ano de 2003 os 10% dos mais ricos recebiam 52 vezes mais do que os 10% mais pobres, esse percentual caiu para 40 vezes em 2009.

    Contudo, o trabalho de Sugai demonstra que a cidade, e em especial, a cidade de Florianópolis ainda são espaços de separação, de fragmentação. Com o direito aos espaços de lazer, cultura e arte relegados aos bairros de classe alta na cidade.

    Foto: Maciço do Morro da Cruz, Centro de Florianópolis. Autor: Orlando Ferretti, abril de 2009.


  • Oficina de Cartografia Social

    Publicado em 14/05/2017 às 5:14 pm

    Oficina de Cartografia Social – Terra de uso comum e populações tradicionais – a experiência brasileira da Cartografia Social

    O Projeto Nova Cartografia Social (PNCSA) ou Cartografia Alternativa como também é conhecido, foi fundado no Canadá, mas no Brasil surge na Amazônia através do Antropólogo Alfredo Wagner, tendo como objetivo dar ensejo à auto-cartografia dos povos e comunidades tradicionais na Amazônia. Com o material produzido, as comunidades além de fortalecerem-se como movimentos sociais, passam a produzir um  conhecimento maior sobre a ocupação desses territórios.

    No entanto o Projeto se expandiu, não se limitando à Região Amazônica e em 2006 o Projeto foi denominado como Nova Cartografia Social dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil. Entre os anos 2006 e 2007 foram publicados 10 fascículos, trazendo como temática a diversidade social dos povos: Povos dos Faxinais, Fundos de Pasco, Quilombolas, Pescadores, Ribeirinhos, Cipozeiros e Povoado Pantaneiro, nos Estados de Roraima, Pernambuco, Pará, Amazonas, Bahia, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso e Santa Catarina. Sendo a UFSC por meio do NUER- Núcleo de Identidades e Relações Interétnicas propulsora deste projeto em algumas comunidades locais.

    Assim sendo, no dia 27 de abril de 2017 o PIBID Geografia participou de uma oficina ministrada pelo Prof. Nazareno José de Campos sobre Cartografia Social. A oficina com  a temática Terras de uso comum e populações tradicionais – a experiência brasileira da Cartografia Social, a partir de uma base histórica, o professor explanou as formas do uso da terra contextualizando os períodos que marcaram sua modificação. Nestes contextos apresentou o significado de comunidades tradicionais trazendo um exemplo de trabalho realizado coletivamente  com os moradoradores da Comunidade Tradicional de Agricultores e Pescadores Artesanais dos Areais da Ribanceira, de Imbituba, SC, se utilizando da Cartografia Social.

     

    A Cartografia Social só é possível ser realizada de forma coletiva e tem como objetivo identificar, primeiramente, uma identidade do lugar a partir das observações e vivências do cotidiano da comunidade participante. O processo da construção se dá através de encontros preliminares, para que o corpo técnico (professores e estudantes universitários) apresente a proposta  a ser encampada pela comunidade. Assim, os moradores passam a definir o levantamento de informações, de forma colaborativa. Em um segundo momento, através de oficinas e rodas de conversa, é compreendido o significado de  “croqui” e então inicia-se o trabalho de um desenho (mais tarde, transformado em mapa) com lugares e/ou coisas que fazem parte da história e do cotidiano dessas pessoas, com a tentativa de fazer um mapa mais próximo possível da realidade desses moradores. Nesse sentido, tudo que é desenhado , pensado e construído pelos moradores da comunidade em foco, inclusive a legenda e seus símbolos. Os sentidos do mapa são estabelecidos pelos participantes, sem interferência da equipe de apoio. A partir da construção do croqui participativo, elabora-se um mapa, utilizando-se das referências e simbologias do coletivo que elaborou o croqui inicial.

    O mapa produzido pelos integrantes não deixa de ser um “documento” a mais que auxilia na reivindicação de suas terras caso não esteja regulamentada já, além de ser algo produzido por eles o que lhes dá o sentimento de pertencimento e identidade.

    Registro da oficina- Além dos pibidianos Fernanda, João, Bárbara, Elisabeth e Renata. A oficina contou com a presença da Profª Sandra Mendonça do Colégio de Aplicação/UFSC.  Imagem – Foto da oficina sobre Cartografia Social

     

    Referências:

    Observatório da diversidade. Disponível em:

    <http://observatoriodadiversidade.org.br/site/apresentacao-do-projeto-nova-cartografia-social-em-portugues-do-brasil/>. Acesso em 3 de maio de 2017 .

    Programa Nacional de Saneamento Rural. Disponível em: <http://pnsr.desa.ufmg.br/> .

    Acesso em 3 de maio de 2017.

    Para acessar links interessantes sobre o assunto:

    Comunidade tradicional dos Areais da Ribanceira, Imbituba (SC): desenvolvimento, territorialidade e construção de direitos

    http://seer.fclar.unesp.br/estudos/article/viewFile/6457/4766

    Paiol de Telha Fundão

    https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/126168/11_paioldetelhafundao%281%29.pdf?sequence=1&isAllowed=y

    Capoeira da Ilha

    https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/126168/18_capoeira_da_ilha_florianpolis.pdf?sequence=2&isAllowed=y

    Quilombolas Morro do Boi

    https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/126168/19_quilombolas_morro_do_boi.pdf?sequence=3&isAllowed=y

     


  • Oficina GOOGLE EARTH PIBID GEOGRAFIA UFSC

    Publicado em 29/04/2017 às 5:54 pm

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    Foto 1: João Victor falando aos alunos do terceiro ano, do Colégio de Aplicação, durante curso

    Autora: Fernanda Ravena

            Nos dias 04 e 05 de Abril, através do projeto Nós Propomos foi ofertado aos terceiros anos, do Colégio de Aplicação da UFSC, a oficina de Gooogle Earth, somando aproximadamente um total de 70 alunos.  A oficina teve como objetivo dar suporte aos alunos para que os mesmos consigam fazer a localização e a cartografia básica dos lugares na cidade que cada grupo está trabalhando no projeto. A oficina aconteceu no LIFE (Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores).

        A oficina foi bem recebida pelos alunos, surgiram varias curiosidades sobre o uso do programa, principalmente a barra cronológica que possibilita verificar a área de estudo de 2002 até hoje. Após explicar passo a passo como funciona as ferramentas do Google Earth se indicou uma atividade para escolherem dois pontos em lugares distintos e praticarem a marcação das áreas e a criação de polígonos.

        Essa oficina,  para o Projeto Nós Propomos, tem um papel fundamental, pois proporciona entendimento cartográfico e interação. Através desse software de geoprocessamento acessível, os alunos conseguem se localizar e explorar mais o  passado e o presente do espaço geográfico da Cidade, e terem perspectivas futuras a respeito do seu bairro e da sua cidade.

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    Foto 2: Alunos do terceiro ano, do Colégio de Aplicação, em atividade durante curso.

    Autora: Fernanda Ravena

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    Foto 3: Alunos do terceiro ano, do Colégio de Aplicação, com professora Sandra Mendonça (ao fundo) e os estudantes de graduação em Geografia Mateus e Elisabeth (em pé), durante o curso.

    Autora: Fernanda Ravena


  • Cidade, juventude e cidadania

    Publicado em 26/03/2017 às 2:41 pm

    Newman-1996-01

    Tipologias com densidades semelhantes e diferentes relações com a rua e

    consequentes efeitos sobre a segurança. (NEWMAN, 1996, p. 21)

    NEWMAN, O. Creating defensible spaces. Washington, DC: U.S. Department of Housing and Urban Development, 1996.

    Dia 17 de março no Colégio de Aplicação os professores de Geografia Sandra Mendonça e Márcio Marchi, com os demais participantes do PIBID de Geografia da UFSC, organizaram a primeira  roda de conversa de 2017, “Cidade, juventude e cidadania”.

    As rodas de conversa são atividades do Projeto Nós Propomos no Colégio de Aplicação da UFSC.  Projeto este em que atua o PIBID de Geografia.

    Nessa primeira roda de conversa foi convidado o professor do curso de Geografia da UFSC, prof. dr. Elson Manoel Pereira.

    Entre aqui para ver os videos da palestra.

    O objetivo principal da conversa foi tratar do direito à cidade, procurando aprofundar o tema que é trabalhado com o ensino médio no Colégio de Aplicação,  em especial os estudantes dos 3º anos.

    O Projeto Nós Propomos é vinculado ao Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa – IGOT, em Portugal, e se utiliza da metodologia de estudo do meio, propiciando aos estudantes o contato com a realidade, promovendo o conhecimento territorial e espacial local.

    Essa roda de conversa foi apenas a primeira etapa dentre outras que serão realizadas pelos professores de Geografia para colaborar com o projeto, onde os estudantes terão que problematizar um lugar de sua escolha, na sua cidade, e propor uma solução para o mesmo.

    O PIBID Geografia entra como parceiro na realização desse projeto, para que os estudantes possam ter o máximo de apoio possível para realizar um trabalho que possa vir a crescer em sua formação como um agente crítico da sociedade.

    O diálogo entre o professor Elson e os estudantes partiu muito da problematização sobre a concepção do que vem a ser o direito à cidade e seus agentes, sempre pautando o papel do estado e também papel do cidadão que utiliza a cidade e quem realmente usufrui dela. Além disso, o professor Elson trouxe teorias sobre a complexidade de uma cidade como essa se constrói, contrapondo o mercado com a forma de viver nesse espaço geográfico.

    Uma pergunta que pontuou a conversa foi “como construir um habitat que as pessoas possam habitar?”, nesse sentido, Elson trouxe uma perspectiva histórica sobre o surgimento das cidades modernas, e como sua estrutura remete à um confinamento de pessoas e não uma ideia em que consiste o lazer, o trabalho, as experiências, a família, ou seja, ao habitar de fato. Sendo assim, podemos entender que habitar é uma possibilidade de viver em lugares familiares e habitat como o lugar que nos abriga, nos dá segurança.

    Por fim, houve um debate com os estudantes, no qual esses questionaram sobre as relações sociais, políticas, culturais que acontecem na cidade, e alguns conceitos (isotopia, heterotopia, aburguesamento) e de como essas ideias podem auxiliá-los na compreensão do que é uma cidade, não só para a realização do Nós Propomos, mas também como cidadãos que conhecem e intervém em sua cidade.

    (texto construído pelos alunos do PIBID de Geografia).

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    Pintura de Eduardo Dias retratando a Ilha de Santa Catarina em 1914.

    Foto: Acervo Marcelo Collaço Paulo / Reprodução


  • ANAIS do Encontro Nacional das Licenciaturas (ENALIC), Seminário Nacional do PIBID, Encontro Nacional de Coordenadores do PIBID

    Publicado em 03/03/2017 às 2:14 pm

    Já está disponível os Anais do – VI Encontro Nacional das Licenciaturas (ENALIC) e o V Seminário Nacional do Pibid, IV Encontro Nacional dos Coordenadores do Pibid – Diversidade e complexidade dos Espaço tempos da formação de professores, ocorrido na Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR, em Curitiba-PR, de 14 a 16 de dezembro de 2016.

    Com o resumo expandido de dois trabalhos apresentados pelo PIBID de Geografia da UFSC.

    Utilização da geotecnologia como recurso didático na compreensão da paisagem no ensino de Geografia. (Artigo_Utilização da Geotecnologia como recurso didático_

    João Victor de Araujo e Orlando Ferretti.

     

    PIBID E A CIDADE: O PROJETO “NÓS PROPOMOS” EVIDENCIANDO O CONHECIMENTO SOCIOESPACIAL DE FLORIANÓPOLIS.(Artigo_Pibid e a cidade)

    Orlando Ferretti; Bárbara Cibele de Cezaro Eberhardt e Renata Bruckmann Gome.