Pibid Geografia UFSC com vagas abertas para bolsistas!

08/07/2020 19:50
Estão abertas as vagas para o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal de Santa Catarina, no período de 29/06/2020 a 24/07/2020. Trata-se de um processo seletivo simplificado para BOLSISTA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (ID). 
O PIBID de Geografia está com 10 vagas abertas.

DAS CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO PROGRAMA

I – Estar regularmente matriculado em curso de licenciatura da IES na área do subprojeto;

II – Ser aprovado em processo seletivo realizado pela IES;

III – Ter integralizado até, no máximo, 60% das horas totais do curso de licenciatura (podem ser alunos de 1ª fase!).

IV – Dedicar pelo menos 32 (trinta e duas horas) mensais para as atividades do Pibid;

IV – possuir bom desempenho acadêmico, evidenciado pelo histórico escolar, consoante as normas da UFSC;

V – dedicar-se, no período de vigência da bolsa, às atividades do PIBID, sem prejuízo de suas atividades discentes regulares;

VI – estar apto a iniciar as atividades relativas ao projeto tão logo ele seja iniciado;

VII – comprometer-se a apresentar o trabalho desenvolvido e seus resultados em eventos acadêmicos ou trabalho monográfico, assim que solicitado.

Interessados leiam com atenção ao Edital no link

Qualquer dúvida sobre a inscrição, sobre o trabalho do bolsista, ou outras dúvidas podem ser consultados os professores:

Leila Procópia Dias no email  leila.ced.ufsc@gmail.com

ou o prof. Orlando Ferretti no email orlando.ferretti@ufsc.br  

Novo Projeto do PIBID de Geografia para 2020

19/02/2020 20:31

O PIBID em Geografia da UFSC agora em 2020 volta a atuar no Colégio de Aplicação da UFSC, e continuará a atuação na Escola Estadual Prof. Américo Vespúcio Prates no município de São José (dos projetos de 2018 e 2019).

A Prof.ª Drª Leila Procópia do Nascimento, do departamento de Metodologia de Ensino (MEN), do Centro de Ciências da Educação (CED) e o prof. Dr. Orlando Ferretti do departamento de Geociências (GCN), do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) são os coordenadores do PIBID de Geografia da UFSC em 2020.

O projeto de 2020 continuará destacando inserções dos estudantes da graduação em projetos de pesquisa e ensino desenvolvidos nas Escolas, com metodologias que tenham relação com a prática disciplinar e interdisciplinar.

Logo mais indicamos o “Norte” do projeto! Ou o Sul!

Participação dos bolsistas em evento Interfaces, na FURG de Rio Grande

16/10/2017 18:44

Nota de participação dos e das bolsistas PIBID no V Seminário Interfaces

Grupo PIBID Geografia UFSC, com os bolsistas, os professores e integrantes da Mesa 1 – “O desafio e a arte de (con)viver na Cidade”. Da esquerda para direita: Bolsista Jonny Moraes, bolsista Mateus Garcia, bolsista Bárbara Eberhardt, bolsista Renata Bruckmann, professor Marcio Marchi (Aplicação), professora Cláudia Pires (UFRGS), professora Ivana Lopes (FURG) e professor Orlando Ferretti (UFSC).

 

Com a finalidade de debater e trocar conhecimentos entre as mais variadas licenciaturas, o V Seminário Interfaces Pedagógicas aconteceu entre os dias 22, 23 e 24 de agosto de 2017, na Universidade Federal do Rio Grande – FURG/RS, com o tema “Cidade e Escola: Formação, Transformação e Cidadania”. Essa temática atravessa diretamente os trabalhos desenvolvidos pelos pibidianos de Geografia UFSC, no Colégio de Aplicação.

Afim de conhecer outras licenciaturas participantes do evento, e entendendo a importância de projetos alternativos para aprendizagem nas instituições de ensino e/ou nas comunidades, o grupo PIBID Geografia da UFSC participou de mesas, minicursos e cirandas que atravessaram o encontro. O diálogo foi sempre em relação a um cotidiano de ensino e aprendizagem com a cidade. Foram publicados três trabalhos dos bolsistas do PIBID no evento que estarão disponível na página https://seminariofurg.wixsite.com/interfaces5.

Nesse sentido, através de uma análise educacional e geográfica, foi interessante e importante perceber as perspectivas que outras licenciaturas tem se dedicado a debater o conceito de cidade e como ele vem se desdobrando das mais variadas formas tanto nas escolas quanto nas universidades. O encontro proporcionou vermos isso não só de maneira teórica, mas de fato prática, quando coloca professores da rede de ensino público e privada, assim como professores de universidades federais, estaduais e privadas também e estudantes das mais variadas instituições em um único diálogo.

Além disso, a programação do evento contou com diversas atrações culturais que deram um tom leve e prazeroso durante os dias. Apresentações teatrais, musicais, circense, cinematográfico e entre outras foram complementares para esse diálogo entre às licenciaturas e a cidade.

Texto Renata Bruckmann

Participação no Pés na Estrada do Conhecimento

15/09/2017 12:27

Participação das bolsistas PIBID, com os estudantes do Colégio de Aplicação do 9º ano, em Junho de 2017, nas atividades de campo do projeto Pés na Estrada do Conhecimento

Em junho de 2017 as bolsistas PIBID Renata Bruckmann e Bárbara Eberhardt participaram da saída de campo para Itá (SC), Aratiba e Erechim (RS) que integra o projeto “Pés na Estrada do Conhecimento” do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, do qual fazem parte em conjunto com o Professor Márcio Marchi.

Esse projeto acontece na escola desde 1999, tem o intuito de introduzir a produção de conhecimento científico e crítico aos estudantes de 9° ano.

Apresentando a interdisciplinaridade entre as participantes como um de seus princípios, o projeto “Pés na Estrada” fundamentalmente atua em estudos do meio, composto por saídas de campo que possam articular e explorar o conhecimento produzido em sala. Nesse sentido, as bolsistas PIBID auxiliam em sala a construção desse projeto ao longo do semestre e participam das saídas de campo.

No primeiro semestre de 2017, as localidades escolhidas para campo têm propósito de mostrar de alguma forma a realidade dos que viveram e ainda vivem com as consequências da grande obra da Usina Hidrelétrica Itá, a qual para sua construção foi preciso inundar um total de 11 municípios, 7 no estado de Santa Catarina e 4 no Estado do Rio Grande do Sul.

Desta forma, os trabalhos que os estudantes realizam giram em torno de como ocorreu esse processo de mudança/construção da realidade do meio, como os habitantes dessas cidades reagiram ao saber da construção usina, além de estudar quais os impactos ambientais e socioeconômicos. Contemplando ainda, a temática norteadora do eixo trabalhado durante o semestre: “Dimensões da luta pela posse da terra no Brasil: o caso das populações atingidas por barragens e a geração de energia elétrica”.

Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” conhecendo a represa que cobriu a antiga cidade de Itá, em destaque as torres da igreja matriz.

Foto: Renata Bruckmann, 2017.

Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” na palestra com o Movimento Atingidos por Barragens (MAB), em Aratiba/RS.

Foto: Renata Bruckmann, 2017.

Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” em visita a Usina Hidrelétrica de Itá (UHE), em Itá/SC .

Foto: Renata Bruckmann, 2017.

Turmas do 9º ano do Colégio de Aplicação da UFSC, do projeto “Pés na Estrada” em visita a Usina Hidrelétrica de Itá (UHE), em Itá/SC .

Foto: Renata Bruckmann, 2017.

Resultado seleção PIBID

13/08/2017 17:03

Conforme o Edital EDITAL Nº120/PIBID-UFSC/2013 de 02/08/2017 em seu ítem 6. DA SELEÇÃO

6.1 A seleção dos bolsistas consistirá da análise da carta de motivação, do desempenho acadêmico e
da entrevista a ser marcada pelo Coordenador de Área. Estarão eliminados aqueles que não
cumprirem os requisitos exigidos.
6.2 A seleção resultará em lista classificatória podendo haver um número maior de classificados em
relação ao número de bolsas disponíveis, ficando os demais em lista de espera.

Foram aprovados os seguintes estudantes:

1º Mateus Alves Garcia. Matricula 16102740

2º Jonny Alan Morais. Matricula 17101400

3º Joana Paraiso Tambke. Matricula 16101609

4º Gabriel Dreher Pacheco da Silva. Matricula 15201385

5º Luis Antonio Bento. Matricula 13201617

6º Fabiana Martins. Matricula 12201598

7º Manuela Valim Braganholo. Matricula 17201137

atenciosamente,

Prof. Orlando Ferretti – Coordenador do PIBID de Geografia.

Edital aberto para PIBID de Geografia

03/08/2017 14:03

Palestra no Colégio de Aplicação com a Profª Drª Maria Inês Sugai

24/07/2017 19:26

Reflexões sobre as cidades-  a produção das cidades: da riqueza, da pobreza e das desigualdades socioespaciais.

O grupo de professores de Geografia do Colégio de Aplicação, e o grupo de estudantes bolsistas do PIBID de Geografia organizaram na sexta-feira do dia 05 de maio, no auditório do Colégio de Aplicação a palestra com a arquiteta e professora Maria Inês Sugai, com o objetivo de proporcionar aos alunos do 1º ano do Ensino Médio uma reflexão/debate  sobre a produção das cidades, temática escolhida para auxiliar os alunos no trabalho anual de Geografia. A atividade faz parte do Projeto Nós Propomos.

Maria Inês Sugai possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, é mestra e doutora pela FAU/USP. Leciona na UFSC desde 1979, atualmente é Professora Associada do Curso de Arquitetura e Urbanismo, além de lecionar também no Programa de Pós Graduação em Urbanismo, História  e Arquitetura da Cidade e no PPGAU- Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo todos da UFSC. Possui  ampla experiência em Arquitetura e Urbanismo, Segregação Espacial Urbana, Gestão das Cidades, Política e Planejamento Habitacional, Estruturação do Espaço Intra-urbano, Investimentos Viários, Ações do Estado  no espaço urbano entre outras especialidades.

Embora proferir sobre as cidades não seja nada simples, já que a criação das cidades reflete o modo de produção e a própria sociedade, esta temática instigou bastante os alunos, pois o debate permitiu a eles se verem inseridos no contexto, ora sujeito das desigualdades socioespaciais, ora cidadão e como tal, a importância de se fazer cidadania, plenos  e conscientemente integrados  ao seus contexto sociais. Sugai  estimulou a reflexão sobre as contrariedades que costumamos encontrar em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis ainda que em menor escala. Citando exemplos clássicos como a Favela de Paraisópolis, na zona sul paulistana, no distrito da Vila Andrade, onde a paisagem urbana se divide de forma a chamar a atenção de todos, pois de um lado do muro se concentra uma das maiores favelas de São Paulo originada de um loteamento destinado à construção de residências da classe alta no ano de 1921, resultado da divisão da antiga Fazenda do Morumbi.

SAO PAULO, BRAZIL, 2005. The Paraisópolis favela (Paradise City shantitown) borders the affluent district of Morumbi in São Paulo, Brazil (Foto: Tuca Vieira).

Foto de Tuca Vieira. In: http://www.tucavieira.com.br/A-foto-da-favela-de-Paraisopolis

Hoje a imagem que mais reflete esta situação de fragmentação socioespacial nesta localidade é  a favela de um lado e os condomínios de luxo “ colado” à favela do outro. Em relação a isto Sugai chama atenção que reduzir a pobreza não garante a redução das desigualdades sociais e espaciais.

Um exemplo disso é que entre os anos de 1992 a 2012 houve uma redução da pobreza e da extrema pobreza no Brasil, cerca de 50 milhões de pessoas representam esta estatística, porém no ano de 2003 os 10% dos mais ricos recebiam 52 vezes mais do que os 10% mais pobres, esse percentual caiu para 40 vezes em 2009.

Contudo, o trabalho de Sugai demonstra que a cidade, e em especial, a cidade de Florianópolis ainda são espaços de separação, de fragmentação. Com o direito aos espaços de lazer, cultura e arte relegados aos bairros de classe alta na cidade.

Foto: Maciço do Morro da Cruz, Centro de Florianópolis. Autor: Orlando Ferretti, abril de 2009.

Oficina de Cartografia Social

14/05/2017 17:14

Oficina de Cartografia Social – Terra de uso comum e populações tradicionais – a experiência brasileira da Cartografia Social

O Projeto Nova Cartografia Social (PNCSA) ou Cartografia Alternativa como também é conhecido, foi fundado no Canadá, mas no Brasil surge na Amazônia através do Antropólogo Alfredo Wagner, tendo como objetivo dar ensejo à auto-cartografia dos povos e comunidades tradicionais na Amazônia. Com o material produzido, as comunidades além de fortalecerem-se como movimentos sociais, passam a produzir um  conhecimento maior sobre a ocupação desses territórios.

No entanto o Projeto se expandiu, não se limitando à Região Amazônica e em 2006 o Projeto foi denominado como Nova Cartografia Social dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil. Entre os anos 2006 e 2007 foram publicados 10 fascículos, trazendo como temática a diversidade social dos povos: Povos dos Faxinais, Fundos de Pasco, Quilombolas, Pescadores, Ribeirinhos, Cipozeiros e Povoado Pantaneiro, nos Estados de Roraima, Pernambuco, Pará, Amazonas, Bahia, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso e Santa Catarina. Sendo a UFSC por meio do NUER- Núcleo de Identidades e Relações Interétnicas propulsora deste projeto em algumas comunidades locais.

Assim sendo, no dia 27 de abril de 2017 o PIBID Geografia participou de uma oficina ministrada pelo Prof. Nazareno José de Campos sobre Cartografia Social. A oficina com  a temática Terras de uso comum e populações tradicionais – a experiência brasileira da Cartografia Social, a partir de uma base histórica, o professor explanou as formas do uso da terra contextualizando os períodos que marcaram sua modificação. Nestes contextos apresentou o significado de comunidades tradicionais trazendo um exemplo de trabalho realizado coletivamente  com os moradoradores da Comunidade Tradicional de Agricultores e Pescadores Artesanais dos Areais da Ribanceira, de Imbituba, SC, se utilizando da Cartografia Social.

 

A Cartografia Social só é possível ser realizada de forma coletiva e tem como objetivo identificar, primeiramente, uma identidade do lugar a partir das observações e vivências do cotidiano da comunidade participante. O processo da construção se dá através de encontros preliminares, para que o corpo técnico (professores e estudantes universitários) apresente a proposta  a ser encampada pela comunidade. Assim, os moradores passam a definir o levantamento de informações, de forma colaborativa. Em um segundo momento, através de oficinas e rodas de conversa, é compreendido o significado de  “croqui” e então inicia-se o trabalho de um desenho (mais tarde, transformado em mapa) com lugares e/ou coisas que fazem parte da história e do cotidiano dessas pessoas, com a tentativa de fazer um mapa mais próximo possível da realidade desses moradores. Nesse sentido, tudo que é desenhado , pensado e construído pelos moradores da comunidade em foco, inclusive a legenda e seus símbolos. Os sentidos do mapa são estabelecidos pelos participantes, sem interferência da equipe de apoio. A partir da construção do croqui participativo, elabora-se um mapa, utilizando-se das referências e simbologias do coletivo que elaborou o croqui inicial.

O mapa produzido pelos integrantes não deixa de ser um “documento” a mais que auxilia na reivindicação de suas terras caso não esteja regulamentada já, além de ser algo produzido por eles o que lhes dá o sentimento de pertencimento e identidade.

Registro da oficina- Além dos pibidianos Fernanda, João, Bárbara, Elisabeth e Renata. A oficina contou com a presença da Profª Sandra Mendonça do Colégio de Aplicação/UFSC.  Imagem – Foto da oficina sobre Cartografia Social

 

Referências:

Observatório da diversidade. Disponível em:

<http://observatoriodadiversidade.org.br/site/apresentacao-do-projeto-nova-cartografia-social-em-portugues-do-brasil/>. Acesso em 3 de maio de 2017 .

Programa Nacional de Saneamento Rural. Disponível em: <http://pnsr.desa.ufmg.br/> .

Acesso em 3 de maio de 2017.

Para acessar links interessantes sobre o assunto:

Comunidade tradicional dos Areais da Ribanceira, Imbituba (SC): desenvolvimento, territorialidade e construção de direitos

http://seer.fclar.unesp.br/estudos/article/viewFile/6457/4766

Paiol de Telha Fundão

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/126168/11_paioldetelhafundao%281%29.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Capoeira da Ilha

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/126168/18_capoeira_da_ilha_florianpolis.pdf?sequence=2&isAllowed=y

Quilombolas Morro do Boi

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/126168/19_quilombolas_morro_do_boi.pdf?sequence=3&isAllowed=y

 

Oficina GOOGLE EARTH PIBID GEOGRAFIA UFSC

29/04/2017 17:54

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Foto 1: João Victor falando aos alunos do terceiro ano, do Colégio de Aplicação, durante curso

Autora: Fernanda Ravena

        Nos dias 04 e 05 de Abril, através do projeto Nós Propomos foi ofertado aos terceiros anos, do Colégio de Aplicação da UFSC, a oficina de Gooogle Earth, somando aproximadamente um total de 70 alunos.  A oficina teve como objetivo dar suporte aos alunos para que os mesmos consigam fazer a localização e a cartografia básica dos lugares na cidade que cada grupo está trabalhando no projeto. A oficina aconteceu no LIFE (Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores).

    A oficina foi bem recebida pelos alunos, surgiram varias curiosidades sobre o uso do programa, principalmente a barra cronológica que possibilita verificar a área de estudo de 2002 até hoje. Após explicar passo a passo como funciona as ferramentas do Google Earth se indicou uma atividade para escolherem dois pontos em lugares distintos e praticarem a marcação das áreas e a criação de polígonos.

    Essa oficina,  para o Projeto Nós Propomos, tem um papel fundamental, pois proporciona entendimento cartográfico e interação. Através desse software de geoprocessamento acessível, os alunos conseguem se localizar e explorar mais o  passado e o presente do espaço geográfico da Cidade, e terem perspectivas futuras a respeito do seu bairro e da sua cidade.

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Foto 2: Alunos do terceiro ano, do Colégio de Aplicação, em atividade durante curso.

Autora: Fernanda Ravena

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Foto 3: Alunos do terceiro ano, do Colégio de Aplicação, com professora Sandra Mendonça (ao fundo) e os estudantes de graduação em Geografia Mateus e Elisabeth (em pé), durante o curso.

Autora: Fernanda Ravena

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